11/01/10

Num belo dia de trabalho

- a electricidade vai a baixo de 2 em 2 minutos;
- não há Internet;
- há uma telefonista nova que leva a tarde toda para fazer uma chamada;
- os electricistas na sala ao lado parecem em competição para ver quem fura mais;
- há um frio desanimador...
Há por aí pachorra à venda? A minha esgotou...

09/01/10

The Holiday

Hoje, em pleno zap, fui encontrar um brinde do AXN, O Amor não tira férias (The Holiday) e acabei deliciada a ouvir isto:

E isto.

O frio e as séries

Sendo uma pápa-séries assumida, neste fim-de-semana gelado, refugiada entre quatro paredes e aguardando pelo reinício das minhas séries preferidas, vou deambulando e fazendo novas descobertas.
Para começar um belo achado, que me aconselharam ontem, para ver em 8 minutos uma imensidão de informação sobre Lost. Bem a calhar uma vez que dia 2 chegam finalmente episódios novos aos States.
Depois atenta à nova série com que a SIC nos anda a bombardear e sobretudo em consequência da entrevista que vi hoje a seguir ao almoço, cheguei à conclusão que lá no fundo, no fundo, encontrei uma pitadinha (grande) de inveja da Daniela Ruah.

05/01/10

Faltou um bocadinho assim...

E se a juntar ao stress de acabar a 'aula' a horas, ao carro super embaciado, ao gelo mais que gelado da rua e ao estado de cansaço que que não dá grandes abébias... o brinde fosse ficar fechada na escola? Não foi desta... mas faltou um bocadinho 'assim'.

Embalar os sentidos

Esta é para ver se me embala os sentidos e me faz esquecer que o céu está negro, que está bem geladinho lá fora e que só saio do trabalho às 22h...

Perdidos

Esperando (e desesperando!) há um ano pela temporada final, fui espreitar um cheirinho a Lost:

Ano Novo...

Uma casa no meio do nada, o clima a pedir quatro paredes, boa companhia, sossego, animação... são tudo condimentos para o início de um ano que se espera mais colorido, com menos baldes de água fria, com mais justiça, de janelas abertas, em vez de portas fechadas...
Nem a molha logo no primeiro dia do novo ano lhe tirou a graça. Venham mais dias assim, em que mesmo estando tão perto parecíamos estar longe, em que o verde circundante não perdia encanto mesmo regado copiosamente por uma chuva que custou a dar tréguas, em que o silêncio envolvente e relaxante só foi quebrado por balidos esporádicos ou por foguetes de meia-noite no castelo, que vislumbrávamos fintando algumas árvores despidas.